Fintechs investigadas movimentaram R$ 26 bilhões em operações atípicas. Operação Fluxo Oculto mira lavagem de dinheiro do PCC. As seis fintechs investigadas na Operação Fluxo Oculto, deflagrada na manhã desta quinta-feira (28), movimentaram juntas R$ 26 bilhões em operação atípicas, segundo o secretario especial da Receita Federal, Robinson Sakiyama Barreirinhas. A operação foi uma ação conjunta do Ministério Público de São Paulo e da Receita Federal. A investigação tinha como alvo a lavagem de dinheiro feita pelo Primeiro Comando Capital (PCC) por meio das fintechs. Segunda fase da Operação Carbono Oculto, a ação foi deflagrada em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Mato Grosso do Sul.