O presidente Luiz Inácio Lula da Silva iniciou no último domingo, 25 de maio, um protocolo de radioterapia superficial preventiva no Hospital Sírio-Libanês, em Brasília, após a retirada de um carcinoma basocelular no couro cabeludo realizada em 24 de abril.
Segundo o jornal O Tempo, o tratamento consiste em 15 sessões com duração aproximada de dois minutos cada, distribuídas ao longo de três semanas. Lula cumpriu nova sessão nesta quarta-feira, 28 de maio, dando continuidade ao cronograma estabelecido pela equipe médica.
O carcinoma basocelular é classificado como o tipo mais comum e menos agressivo de câncer de pele. A radioterapia, neste caso, tem caráter preventivo — voltada a reduzir o risco de recorrência da lesão na região onde foi feita a remoção cirúrgica. De acordo com informações divulgadas pela equipe médica do presidente, não há necessidade de afastamento das atividades do cargo.
Conforme reportado pelo JASB, Lula mantém a agenda normal de trabalho durante o período de tratamento, sem restrições às suas funções presidenciais. O procedimento rápido, de poucos minutos por sessão, permite que o presidente retorne às atividades logo após cada ida ao hospital.
O carcinoma basocelular tem altas taxas de cura quando detectado e tratado precocemente. A lesão de Lula foi identificada e removida cirurgicamente ainda em abril, e o protocolo de radioterapia complementar segue como medida de precaução adicional recomendada pelos médicos responsáveis.
A previsão é de que as 15 sessões sejam concluídas até meados de junho, encerrando o ciclo de tratamento preventivo sem impacto nas atividades do governo federal.