ONU News Perspectiva Global Reportagens Humanas ONU News Perspectiva Global Reportagens Humanas Pesquisar ONU perdeu 136 funcionários em serviço durante ano passado BR ONU/ Mark Garten O secretário-Geral António Guterres participa da cerimônia de deposição de coroa de flores em homenagem aos soldados da paz falecidos no Memorial dos Soldados da Paz, na sede da ONU . Facebook Twitter Imprimir Email ONU perdeu 136 funcionários em serviço durante ano passado 8 Junho 2026 Assuntos da ONU Secretário-geral liderou cerimônia em memória dos colegas na presença de familiares em Nova Iorque, parentes e amigos conectados, por internet, ao redor do mundo; cidadãos de 32 países – homens e mulheres – morreram em 2025. As Nações Unidas realizaram uma cerimônia, em Nova Iorque, para lembrar os funcionários da organização mortos no ano passado. A lista inclui 136 nomes de 32 países. Deste total, 80 serviam à Agência da ONU de Assistência a Refugiados Palestinos, Unrwa, como informou a leitura de seus nomes e funções na ONU. Minuto de silêncio Ao assumir a palavra, o secretário-geral das Nações Unidas falou do legado dos funcionários e da presença dos familiares das vítimas, na sala em Nova Iorque, e em outras partes do globo, conectados por internet. António Guterres pediu um minuto de silêncio e depois ressaltou que os pensamentos de todos na ONU estão com as famílias enlutadas, todos os dias. Em 2025, 97 civis foram mortos em serviço e 39 militares e policiais que serviam como boinas-azuis. ONU News Equipes do PNUD e parceiros locais realizando uma campanha de controle de roedores e insetos em Gaza. Mais funcionários da ONU foram mortos em Gaza que em qualquer outro país ou zona de conflito e desastre da história da organização. Mortes em Gaza, um recorde na história da ONU O secretário-geral lembrou que mais funcionários da ONU foram mortos em Gaza que em qualquer outro país ou zona de conflito e desastre da história da organização. Alguns servidores das Nações Unidas morreram ao lado de toda a família em suas casas ou locais onde se abrigavam da violência. Outros perderam a vida em ação enquanto serviam às comunidades. António Guterres voltou a afirmar que os empregados da ONU não podem ser alvos de ataques e que alvejar um boina-azul e trabalhadores humanitários é uma violação do direito internacional incluindo do direito internacional humanitário. Multilateralismo sob ataque O líder das Nações Unidas reafirmou o apoio e compromisso com a segurança dos empregados em qualquer parte do mundo e disse que jamais deixará de cobrar prestação de contas. Ele lembrou que as pessoas que morreram em Gaza eram professores, médicos, motoristas e que faziam muito mais para cuidar das vítimas da violência. Guterres concluiu dizendo que o multilateralismo está sob ataque. ♦ Receba atualizações diretamente no seu email - Assine aqui a newsletter da ONU News ♦ Baixe o aplicativo/aplicação para - iOS ou Android ♦ Siga-nos no Twitter ! Assista aos vídeos no Youtube e ouça a rádio no Soundcloud funcionários da ONU mortos Secretário-Geral soldados de paz Facebook Twitter Imprimir Email