A Electronic Frontier Foundation (EFF) comemora 36 anos de atuação na defesa dos direitos digitais e aproveita o momento para convidar seus apoiadores a considerar uma forma duradoura de contribuição: a inclusão da organização em testamentos e planos de herança. A iniciativa faz parte da chamada Lighthouse Society, programa criado pela EFF para reconhecer e agradecer a comunidade de doadores que optam por esse tipo de legado.
O que é a Lighthouse Society
Segundo a EFF, a Lighthouse Society reúne apoiadores que decidem incluir a organização em seus planos sucessórios. A adesão pode ser feita de diferentes formas — por meio de um legado testamentário, da designação de beneficiário em apólices ou contas, ou de outras modalidades de planejamento patrimonial. A organização destaca que, em muitos casos, esse tipo de doação não afeta as finanças do doador em vida.
A EFF afirma que um presente planejado é "uma das formas mais poderosas de dizer: isso importa, e eu quero que continue importando muito depois que eu partir". O objetivo é garantir que os valores e o trabalho da organização não apenas sobrevivam, mas prosperem graças à contribuição de seus apoiadores.
Missão que atravessa gerações
Fundada em 1990, a EFF se dedica a proteger liberdades civis no ambiente digital, promover a justiça e ampliar o acesso à tecnologia para comunidades que mais precisam. A organização argumenta que, diante dos desafios crescentes no campo dos direitos digitais, há ainda muito a ser feito — e que o apoio de longo prazo é essencial para sustentar essa luta.
De acordo com a EFF, doações planejadas financiarão a missão da organização por gerações, sustentando iniciativas de proteção à liberdade de expressão, combate à vigilância e promoção da inovação aberta.
Como participar
Interessados em integrar a Lighthouse Society podem entrar em contato com Jocelyn Wicker pelo e-mail majorgifts@eff.org ou preencher o formulário disponível no site da organização em eff.org/lighthouse. A EFF solicita que os apoiadores compartilhem sua intenção de doar para que possam ser devidamente reconhecidos pela comunidade.
Este artigo foi originalmente publicado pela Electronic Frontier Foundation sob licença CC-BY (Creative Commons — atribuição exigida). O Jornal Atlas traduziu e adaptou o conteúdo para o público brasileiro.